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Aprendemos pelo amor ou pela dor

por Márcio Vaz
palestrante, psicólogo e coach

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Corroboro piamente com esse conceito de que podemos tirar proveito de tudo. Trata-se da sábia filosofia de se aprender pela dor ou pelo amor. Lógico que, se pudermos optar, iremos escapar do sofrimento para aprendermos pelos exemplos de acertos e erros dos outros. Porém, como nem tudo está sob o nosso controle, teremos que enfrentar inúmeros dilemas e desafios, tanto pessoais, quanto profissionais.

No entanto, vivemos numa cultura de aparências em que mascaramos nossas fraquezas e abominamos nossos fracassos – por entender que é feio errar e/ou fraquejar. Nesse sentido, as PESSOAS passam a se APRESENTAR FORTES e BEM SUCEDIDAS, mas é no refúgio dos seus lares que tendem a encarar a triste realidade de que são igualmente vulneráveis.

Por conta disso, passamos a acreditar que somos uma fraude e começamos a seguir outras personalidades que, aparentemente, também se mostram como exemplos da tal alta performance que tanto queremos alcançar. São os vulgos – Picas das Galáxias, que se dizem felizes em todos os pilares da vida, gerando, às vezes, altas expectativas que podem desencadear sérios níveis de frustração na mente de muitos dos que os seguem e não conseguem alcançar os mesmos resultados. Por isso, vivemos na Era dos empreendedores de palco, em que o produto mais vendido tem sido a ESPERANÇA.

Eu, particularmente, evito eleger padrões e modelos a serem seguidos, pois acredito que o que nos torna especiais e únicos são as nossas diferenças. Penso igualmente, que o que nos faz fortes, não são os exemplos de alta performance, mas sim, o enfrentamento dos nossos tormentos. Até porque, não existem modelos de perfeição absoluta. Posso ser um excelente exemplo de profissional, mas um péssimo pai, marido ou filho.

Portanto, pense nisso, não precisamos ser ou ter heróis a nos ajudar, basta nos concebermos simplesmente humanos e aprender a performar entre altos e baixos. Afinal, não vejo nada de mal em fraquejarmos ou fracassarmos, pelo contrário, enxergo nas derrotas, uma excelente oportunidade de aprendizado, onde passamos a ser verdadeiros exemplos, quando compreendidos como normais, sem tanto distanciamento dos demais.

Então, não queira aparentar ou se tornar algo tão fora do normal, porque o maior bem que você pode transferir para alguém – é o seu CAPITAL de EXPERIÊNCIA – que é composto por muitas vitórias, mas também inúmeras derrotas, dores, fracassos, lágrimas, fraquezas, desistências etc. Logo, compreenda, que ao nos apresentarmos plenos perante aos outros, por vezes, nós os apequenamos ou geramos a falsa expectativa de uma perfeição inalcançável.

Assim sendo, passemos uma ideia de igualdade, em vez de superioridade, para evitarmos levar a estranha sensação de inferioridade. Não dá para ser estável toda vida, uma vez que nossos dias são inconstantes e cheios de variáveis. Um dia ganho e no outro perco, mas o importante é compreender que em ambos eu aprendo.

Só com uma cultura que aceita a fraqueza e confronta o fracasso é que iremos aproveitar o verdadeiro processo de aprendizado, como um movimento concreto de transformação. Até porque, nem só de teoria vive o “homem/mulher”, temos que enfrentar nossos medos e desafios, para domarmos nossos leões internos que rugem por mudanças.

Por isso, PRATIQUE mais a sua CORAGEM e menos a sua IDOLATRIA, pois, ensinar, todos nos ensinam, sejam com exemplos louváveis ou deploráveis. Ou seja, quando alguém faz algo que admiro, eu reproduzo e copio, mas, quando fazem algo que condeno, aprendo ao não reproduzir o mesmo erro. Porém, esteja sempre atento(a) e aberto(a) ao autoconhecimento, porque tem gente que condena certos comportamentos que pratica.

Enfim, seja protagonista da sua vida. Não procure fórmulas mágicas baseadas em 7 passos. Encontre apenas soluções para os seus problemas enfrentado seus medos sem ter receio de errar, falhar ou preocupado com que os outros vão pensar. Vivemos atualmente, o maior paradigma da natureza humana. Pois, pela lógica natural da vida, nascemos para nos tornarmos independentes. No entanto, nunca estivemos tão dependentes de gurus, padrões e modelos que norteiem nossos sonhos e passos.

Lembre-se, olhe para onde todo mundo está olhando, mas enxergue o que poucos estão enxergando. Se conscientize e acredite mais em você, para aprender diariamente com a Faculdade da VIDA.

Torne-se seu amigo imaginário

por Márcio Vaz
palestrante, psicólogo e coach

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Mais do que uma lição para os outros, sejamos uma lição para nós mesmos. Pois, na maioria das vezes, somos dignos do termo: “faça o que digo, mas não faça o que faço, porque nem sempre eu pratico o que falo”.

Afinal de contas, existe um abismo enorme entre o que dizemos e o que fazemos, uma vez que assimilar a teoria é bem mais fácil do que praticá-la. No entanto, não há nada de mal nisso, desde que busquemos alcançar o que teorizamos. Logo, se eu digo: “Não procrastine porque a vida é muito curta para ser desperdiçada”, o ideal é que eu passe a tirar melhor proveito do meu tempo, em consonância ao que acredito e pronuncio.

Entretanto, seria mais correto, se agíssemos de acordo com o que dizemos. Porém, a nossa estrutura psíquica é formada por um Eu Real e um Eu Ideal. Onde o Eu Ideal é aquilo que idealizamos Ser e Ter. Já o Eu Real é o que de fato nós Somos e Temos.

No campo do imaginário, idealizo-me “perfeito e completo”. Já no campo da realidade, percebo-me “imperfeito e incompleto”. Todavia, a partir do momento em que me movimento para alcançar o meu Eu Ideal, transporto gradativamente a minha realidade ATUAL para a DESEJADA.

Ainda assim, essa “realidade” desejada, não traz nada de real e nunca será consumada, pois, segundo Lacan: “Somos seres desejantes destinados a incompletude, e é isso que nos faz caminhar”. Quer dizer, em resumo, se estamos destinados a incompletude, é sinal que nossos desejos nunca serão plenamente alcançados, porque cada sonho realizado, abre espaço para outro, inclusive o do novo eu idealizado.

Por isso, que uma roupa na vitrine de uma loja, exerce sobre nós, maior fascínio, do que dentro do nosso guarda-roupas, pois, na vitrine, trata-se do objeto desejado, já no nosso armário, torna-se o objeto consumado que, em breve, abrirá espaço para um novo desejo. O de uma roupa nova, nesse caso.

Enfim, embora tal linha de pensamento nos pareça frustrante, por tornarmo-nos eternamente incompletos, inquietos e insaciáveis, traz certa lógica, pois se já tivéssemos tudo e nos sentíssemos completos, qual seria o sentido da vida? Logo, é esse sentimento de falta, que nos faz caminhar.

Trata-se da eterna busca por saciar um vazio que só será preenchido em partes e momentaneamente. Assim como a fome, que a cada nova refeição será saciada, mas dado certo espaço de tempo, volta a se manifestar.

Desse modo, veja como a nossa natureza é sábia, pois a mesma condição (FOME) que nos gera a sensação de vazio e falta, entrega-nos diversos prazeres momentâneos e variados, uma vez que, o constante esvaziamento do estômago, nos permite igualmente sentir inúmeros prazeres obtidos através das mais variadas experiências do paladar e do alívio imediato da sensação de fome.

Nesse sentido, podemos dizer que o prazer é antecedido por um desconforto ou desprazer (dor). Ou seja, por vezes, eu preciso estar vazio, para me preencher. Eu necessito da falta para valorizar a presença. Eu careço conhecer a escuridão para agradecer a luz.

É por isso, que vivemos num continuo antagonismo existencial, em que, quando estamos solteiros, queremos namorar, mas quando namoramos, queremos ficar solteiros. Ou quando trabalhamos, necessitamos de liberdade e férias, mas quando tiramos férias prolongadas, desejamos retornar a rotina e ao trabalho.

Portanto, trabalhar demais, ou ficar muito tempo parado, geram igualmente a mesma sensação de tédio e insatisfação, nos incitando a buscar o equilíbrio através da alternância. Isto é, tudo em demasia, cansa e perde seu valor. E por sua vez, o que é escasso, torna-se valorizado.

A exemplo, se você gosta e sempre deseja comer sushi, isso provavelmente ocorre por tratar-se de uma experiência rara de final de semana, pois se você comece sushi todo dia, com o tempo ele perderia o seu valor. Logo, o que me traz felicidade e prazer não é o simples ato de COMER SUSHI, mas sim, a expectativa e possibilidade de realizar o meu desejo por hora escasso e suprimido.

Posto isto, a felicidade e a tristeza se encaixam bem mais na expectativa do que está por vir e de seus resultados positivos ou negativos. É dessa forma que devemos compreender a felicidade em nossas vidas, para que a busca por ela não se torne uma utopia, pois há quem trace como meta de vida – SER FELIZ. Porém, o que é ser feliz? Além de uma procura que nunca tem fim.

Afinal, a felicidade trata-se de um Estado ou de um Momento? Será uma condição do existir ou uma fantasia industrializada? Nós Somos ou Estamos felizes? Até porque, quando eu me concebo plenamente feliz, parece que não sobra mais espaço para a infelicidade. O Ser torna-se estático, o que não combina com uma vida cíclica, em que tudo gira. Uma existência cuja experiência e aprendizado envolvem erros e acertos, alegrias e tristezas, perdas e ganhos etc.

Desse modo, não há felicidade ou tristeza que perdure para sempre, uma vez que tudo passa, inclusive a nossa existência. Não posso ser 100% feliz, se vivo na eminência do que pode me deixar triste e fazer sofrer, cujo luto faz parte do meu processo evolutivo de aprendizagem.

Também não posso transferir a minha felicidade a algo ou alguém, pois a capacidade que uma pessoa tem de me fazer feliz com um elogio, é a mesma de me deixar triste segundos depois após uma crítica ou ofensa. Assim acontece também com algo que amo, em que a felicidade ou tristeza vai depender da intensidade e das circunstâncias.

A exemplo, sou um amante de pizzas, mas quando vou a um rodízio, vivencio sensações distintas. A experiência inicial é divina, ao sentir o cheiro e visualizar o queijo derretido escorrendo sobre meu prato quando o primeiro pedaço é servido. A primeira garfada é mágica, pois une a minha fome, com a vontade de comer. O MOMENTO é de extremo prazer e em questões de segundos sinto-me plenamente feliz e realizado.

O prato logo abre espaço para um novo pedaço, que embora ainda seja muito prazeroso, já não se compara ao primeiro. Meia hora depois, já vou na minha décima quinta fatia, mas a sensação agora é de empacho. Sinto-me pesado, arrependido e triste por ter comido tantos pedaços. Nessa hora lembro-me da frase de que devo ter o olho maior do que a barriga. “Desabotoo” a calça com dificuldade e sigo passando “mal” para casa, com a sensação de que engordei uns dez quilos.

Em pouco tempo chego à conclusão, de que não é a pizza que me faz feliz, mas sim, alguns MILÉSIMOS de SEGUNDOS em que se dá o encontro da minha fome com o que aprecio comer.

Diante disso, compreenda e se conscientize sobre a DINÂMICA da VIDA, para não sofrer com falsas expectativas. Entenda a FELICIDADE como um MOMENTO, que pode ser tão PEQUENO, que se você não estiver ATENTO, passa DESAPERCEBIDO.

Não transfira sua felicidade a nada ou ninguém, para não tornar-se suscetível das circunstâncias externas. Até porque, os momentos felizes só são percebidos por quem está atento e compreende que o prazer está contido nos detalhes e entrelinhas de uma experiência.

Enfim, compreenda a dinâmica da vida estando a cada instante mais consciente de si mesmo. Pois, segundo Carl Jung: “Não há despertar de consciência sem dor. As pessoas farão de tudo, chegando aos limites do absurdo para evitar enfrentar a sua própria alma. Ninguém se torna iluminado por imaginar figuras de luz, mas sim por tornar consciente a sua escuridão”.

Por isso não se engane, porque até a felicidade constante, torna-se enfadonha e desinteressante para o seu crescimento. Nesse sentido, seja feliz e triste a todo momento, porque o estático pressupõe o fim do seu tempo.

Quem de fato motiva os seus atos?

por Márcio Vaz
palestrante, psicólogo e coach

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Coitado de quem se sente motivado pelo estímulo alheio, pois a exemplo dessa charge, encontramos mais pessoas negativas a nos desanimar, do que positivas a nos incentivar. E não se trata necessariamente, de inveja ou maldade, muitas vezes são pessoas pessimistas que se compreendem realistas.

Acontece que toda realidade é relativa. O que não dá certo para alguns, pode dar certo para outros. Logo, só saberemos se os nossos sonhos serão alcançados, tentando. Por isso, mantenha seus ouvidos blindados e a sua mente positiva – alinhada com o seu propósito de vida – pois, corroboro com a frase que diz: “Nem todos que tentaram, conseguiram, mas todos que conseguiram, tentaram”.

Acredite em você e faça acontecer. Se o sonho é seu, seja você mesmo, o seu maior incentivador. Até porque, os motivos que impulsionam as suas ações têm que fazer sentido para sua vida e não na de quem opina. Não dê aos outros o poder de determinarem o seu destino, pois as consequências e os arrependimentos futuros são de responsabilidade sua. Depois não adiantará apontar culpados, porque o tempo passou, mas as escolhas e decisões estiveram sempre em suas mãos.

Eu particularmente, sinto-me triplamente motivado. Pois, estou tão certo e alinhado com meus propósitos e motivos, que quando alguém me diz que vou alcança-los, eu confirmo e agradeço o incentivo. Mas quando me dizem que não dará certo, eu discordo e o futuro provará o contrário. Ou seja, sou tão otimista que as críticas tornam-se construtivas e viram igualmente combustível para o meu caminhar.

Nesse sentido, seja por incentivo ou desafio, dê mais ouvido aos seus instintos. Afinal, como sempre tenho dito, a vida é muito curta para ser desperdiçada.

Deus dá asa a quem não sabe voar

por Márcio Vaz
palestrante, psicólogo e coach

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Siga o fluxo natural das coisas, pois tem muita gente querendo voar antes mesmo de criar asas. Assim como uma lagarta, vivenciamos nossa metamorfose só que em diferentes fases da vida. Logo, para uma criança aprender a andar terá que primeiramente se arrastar, engatinhar, levantar e cair diversas vezes, até tornar a sua metamorfose literalmente ambulante.

Portanto, todo casulo é para ser vivido, enfrentado e compreendido como um PROCESSO NATURAL que irá nos preparar para vencermos futuros obstáculos. Nesse sentido, veja como a natureza é sábia ao nos ensinar que toda preparação se dá de dentro para fora, sendo o nosso “casulo” o processo necessário e temporário de maturação para a nossa transformação.

Porém, saiba que, não será milagre, sorte ou o Red Bull que irá lhe dar asas. Até porque, Deus só dá asas a quem não sabe voar. Ou seja, cabe a nós o mérito do APRENDIZADO. Desta forma, caso você queira realmente voar (crescer), pare de reclamar das dificuldades e aproveite as oportunidades contidas nos momentos de reclusão e introspecção, para gerar reflexão, autoconhecimento e planejamento dos seus próximos voos.

Para tanto, entenda que os “casulos” são naturais e inevitáveis ao longo da nossa existência, mas a revolta e as desistências são opcionais. Desse modo, se você focar na dor e no problema, certamente estará propenso ao sofrimento e ao fracasso. Porém, se o seu foco estiver voltado para a lição e a solução, a tendência será a EVOLUÇÃO e a PROSPERIDADE. Assim sendo, consequentemente, a chave para uma vida bem sucedida é saber lidar e tirar o melhor proveito de cada PROCESSO.

Posto isto, compreenda que você só dará voos altos, ao se preparar e fortalecer fisicamente e mentalmente para tornar-se uma borboleta. Por isso, supere a sua metamorfose, pois quando nos tornamos borboletas, servimos de inspiração para muitas lagartas que estão presas em seus casulos existenciais.

Conhece-te a ti mesmo

por Márcio Vaz
palestrante, psicólogo e coach

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Sempre pergunto aos meus clientes, se ao longo de suas trajetórias, eles têm deixado mais portas abertas ou fechadas? Assim como, se tem construído mais relacionamentos de mãos estendidas ou mãos a lhes puxar os pés? Faz-se importante refletirmos que, somos seres de relações e, quanto mais bem quistos formos, melhor será a nossa jornada.

Até porque, a vida dá voltas e, por vezes, poderemos ter que voltar ao ponto de partida. Logo, nada melhor do que encontrarmos as portas abertas dos locais pelos quais já passamos. Da mesma forma, convivemos com pessoas, sendo melhor construir amigos, pois estes são mais efetivos do que um currículo, quando lhe indicam e vendem com paixão.

Porém, o que mais vejo hoje em dia, são pessoas forçando sua demissão, para se beneficiar em curto prazo, de uma mísera indenização. No entanto, se esquecem de enxergar a longo prazo, o prejuízo que constroem sobre a própria imagem. Sendo, a meu ver, a reputação, um bem maior e irrefutável. Não obstante, também me deparo, com muitas reclamações a respeito das relações interpessoais, em que colecionamos mais inimigos, contribuindo desse modo para um péssimo clima organizacional.

Por isso, reflita do que você tem se cercado ao longo da sua vida. Qual é o seu legado? Sua ausência é do tipo que é notada e faz falta ou é indiferente e traz alivio? Lembre-se, amizade (network) é algo tão importante que, como compôs Roberto Carlos, quem não gostaria de ter 1 milhão de amigos? Afinal, você já imaginou, se tivesse 1 milhão de amigos e, ao passar por uma extrema necessidade, resolvesse pedir para cada um, apenas 1 real? Quanto você teria na sua conta ao final do dia? Até porque, ninguém lhe negaria essa mixaria.

Posto isto, puxe menos cadeiras ou tapetes, e ajude ao próximo a manter-se em pé. Pois acredito piamente, que a semeadura é livre, mas a colheita é certa. Nesse sentido, plante mais amor para colher gentilezas e reciprocidades. Torne-se um ser humano melhor e amplie seu Network – pois bons e vastos relacionamentos são os maiores ATIVOS que uma pessoa pode ter.