Feliz Dia do Estagiário

18-DE-AGOSTO-DIA-DO-ESTAGIÁRIOQuando valorizamos a vida pelo que podemos oferecer de bom às outras pessoas, pela dedicação, pelo aprender e ensinar, nos transformamos em multiplicadores de uma evolução social que para muitos ainda é uma utopia. Estudantes universitários serão os futuros profissionais, preparados, despreparados, conscientes, inconscientes, honestos ou corruptos.

É possível medir o futuro de um país pelo nível de comportamento dos seus estudantes universitários, os futuros cientistas, os mestres que irão multiplicar a ideia de um novo modelo social solidário e consciente ou repetir uma sociedade falida e preconceituosa. Que tipo de sociedade teremos no futuro? Avaliando e acompanhando o comportamento de jovens universitários, é possível fazer uma previsão quanto ao nível profissional destes estudantes.

Um estudante de direito, por exemplo, que expressa xenofobia com facilidade, pode ser um juiz no futuro. Como vai julgar a morte de nordestinos por grupos neonazistas? Como um estudante de arquitetura, que se nega a oferecer acessibilidade a uma pessoa com deficiência, vai criar desenhos universais como arquiteto? Como um estudante de serviço social, que expressa homofobia, vai realizar estudos de casos de adolescentes gays agredidos por jovens homofóbicos? Como estudantes de medicina, com práticas de violência e preconceitos, vão atender crianças e idosos?

Os exemplos dos níveis profissionais, retratados neste texto, apenas provocam a reflexão de uma sequência humana de conflitos, aprendizagem e incoerências. O que se aprende nas universidades não é suficiente para formar bons profissionais e boas pessoas. A vida, as permissões, os caminhos percorridos, as portas abertas e fechadas, o que se pensa e o que se faz e as heranças são fragmentos de vida que podem levar ou não à prática da generosidade.

Graduações, mestrados e doutorados são títulos humanos, simbolizam o que se aprendeu de teorias, mas não representam os valores de comportamento que levam à consciência da evolução humana. A dedicação e qualidade de vida e do estágio vão refletir essencialmente no sucesso ou fracasso da vida profissional.

Vocês, estagiários da STDS, já deram um grande passo em suas vidas profissionais, pois lidam diariamente com as dificuldades e os desafios em se fazer inclusão social, seja nas unidades de adolescentes em conflito com a lei; nos abrigos de idosos, crianças abandonadas ou pessoas com deficiência; e nos projetos e oficinas deste Laboratório de Inclusão. Agradecemos e parabenizamos a dedicação de todos e torcemos para que façam parte do time de futuros profissionais éticos, coerentes e socialmente conscientes.

Feliz 18 de agosto, Dia do Estagiário!

Transfeminismo é tema de debate na UFC

XI Inclusão sem Censura

Promovido pelo Laboratório de Inclusão da Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social (STDS), o XI Inclusão sem Censura traz, nessa edição, a temática “Transfeminismos: e ser mulher, o que é?”. O evento acontecerá no dia 29 de junho, a partir das 13h30, no Auditório Valnir Chagas da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Ceará (Faced/UFC).

A discussão sobre o espaço da mulher na sociedade é algo urgente, haja vista os ditos retrocessos na atual conjuntura política brasileira, como o fim do Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos e a ausência da figura feminina à frente de representações políticas. Além disso, observamos o crescente número de violência contra a mulher, não apenas cis, mas também transgênero. Esta sofre ainda mais com a exclusão na tríade família, escola e mercado de trabalho. A partir desse cenário, o feminismo surge como uma possibilidade de resistência e busca por garantia de direitos para todas essas mulheres.

Tendo como objetivo sensibilizar e suscitar reflexões acerca das diferentes concepções do que é ser mulher, seja ela cis, lésbica, trans ou travesti, o XI Inclusão sem Censura pretende ampliar o debate sobre a corrente teórica e ativista transfeminista, que coloca em foco questões excluídas dos feminismos mais tradicionais, como a transfobia, isto é, a discriminação relativa às mulheres transexuais e transgêneros. Para debater o tema, convidamos Helena Vieira, transfeminista e escritora; Rian Santos, trans ativista e integrante do Instituto Brasileiro de Transmasculinidade (IBRAT); e Sílvia Cavalleire, transfeminista, militante do movimento LGBT e vice-presidente da União Nacional LGBT.

Realizado semestralmente pelo Grupo de Informação e Consciência Humana do Laboratório de Inclusão, o Inclusão sem Censura é um evento organizado e promovido por estudantes universitários e estagiários da STDS de diversos cursos, tendo como proposta gerar debates acerca de temas sociais de interesse público. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no link: http://even.tc/transfeminismos. Será emitido certificado de participação do evento.

Programação
13h30 – Abertura e apresentação
14h00 – Mesa Redonda: “Transfeminismos: e ser mulher, o que é?”
Mediador: Artur Mendonça, facilitador do Grupo de Estudos e Pesquisas em Travestilidades e Transexualidades (GEPTT) do Laboratório de Inclusão.
Palestrantes: Helena Vieira; Rian Santos; e Sílvia Cavalleire.
16h00 – Debate
17h00 – Encerramento

SERVIÇO
XI Inclusão sem Censura: “Transfeminismos: e ser mulher, o que é?”
Quando: 29 de junho (quarta-feira) às 13h30
Onde: Auditório Valnir Chagas da Faced/UFC – Benfica (Rua Marechal Deodoro, 750), em frente ao CLEC
Inscrições: http://even.tc/transfeminismos
Mais informações: (85) 3101-4583 e 3101-2123 ou labdeinclusao@gmail.com
Gratuito

Como conviver, entender e aceitar pessoas homossexuais

Vencer os preconceitos é priorizar a necessidade da evolução humana. A criação de sociedades inclusivas pode acender a esperança de que, no futuro, teremos mais equilíbrio do que preconceitos.

O preconceito humano é diversificado, mas separar homofobia de outros tipos de preconceitos é uma grande ilusão. A diversidade faz parte da natureza humana e a melhor maneira de conviver em harmonia com pessoas homoafetivas é entender que esta diversidade é essencialmente natural, é vencer os próprios preconceitos. Ninguém escolhe ser homoafetivo para ser discriminado e odiado gratuitamente uma vida inteira. Mas ter preconceito é uma escolha que pode ser superada e desconstruída.

A desinformação e as interpretações precipitadas colaboram com a multiplicação dos preconceitos. Quando os preconceitos são permitidos nas atitudes e na construção da própria personalidade, então a lei tem que compensar e ser cumprida para amenizar os efeitos nocivos dos preconceitos. A impunidade de quem pratica preconceito colabora na manutenção e crescimento de uma sociedade conflitante. A lei não foi feita somente para punir, mas educar também na intenção de que aquela pessoa que praticou homofobia tenha a oportunidade de aprender a conviver com a diversidade humana. Nenhuma sociedade evolui cultivando e propagando preconceitos. Então a  homoafetividade precisa ser entendida e aceita por uma questão de evolução social.

A homofobia sobrevive também pelo ódio e pela violência. No Brasil, a cada hora é registrado um caso de violência contra homossexuais. Os jovens são as principais vítimas, sendo agredidos ou assassinados quando identificados pela aparência. O combate à homofobia é complexo porque envolve mudanças no comportamento humano e nas culturas de exclusão. Os homossexuais ainda são uma população invisível e vulnerável à violência. Lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais fazem parte de uma diversidade humana. Quando são excluídos e discriminados, provocam um rompimento com o equilíbrio e harmonia social. Sociedades excludentes tendem a provocar desequilíbrio social quando rotulam pessoas e retardam a evolução humana.

A tentativa da “cura gay” é um fracasso, pois vai de encontro com a característica humana de ser diferente. Além de ser mais uma tentativa desesperada de oficializar a homofobia. A diversidade não pode ser considerada uma doença. Quando dogmas religiosos e ideologias fascistas se misturam com baixos níveis de consciência, demonstram, claramente, que esta sociedade é que está gravemente doente. É mais cômodo e, aparentemente, mais fácil conservar e criar dogmas regressivos do que promover e combater preconceitos e progredir humanamente.

Evoluímos pouquíssimo ao longo da nossa história, mesmo depois de tantas guerras e tragédias que destruíram inúmeras vidas. É claro que, este modelo de sociedade preconceituosa, excludente e violenta que se multiplicou, não tem provocado paz nem equilíbrio. Por quê? Porque comportamento e relacionamento humano em equilíbrio costumam ser deixados em segundo plano, não sendo prioridades na formação das ideologias e sociedades. Preocuparam-se mais com poderes, vaidades e egoísmos presentes nas interpretações. Quantas ideologias já foram escritas e implantadas? Várias. Mas nenhuma contemplou o essencial do convívio harmonioso que é o respeito à diversidade humana e a inclusão de suas diferenças.

A existência de homossexuais incomoda mais do que a violência? Infelizmente, sim. Quando uma cena de um casal homoafetivo se beijando choca a opinião pública de um país mais que fome, pedofilia, corrupção, estupro, racismo e assassinatos bárbaros, é um forte sinal de que este país está se preocupando mais em ter e preservar seus preconceitos e dogmas do que combatê-los. Ainda estamos muito longe da formação de uma sociedade evoluída, em equilíbrio e sem preconceitos.

O duelo entre perfeição e equilíbrio

Somos todos diferentes

Ter síndrome de Down, autismo, retardo mental, tetraplegia, paralisia cerebral, ser cego ou surdo é normal? Ser gay, lésbica, travesti ou transexual é normal? Ter a cor da pele escura ou o cabelo crespo é normal? Nascer no Nordeste ou ser índio é normal? As debilidades do comportamento humano rotulam perfeição e normalidade e multiplicam os preconceitos. A diversidade humana é tão real e significante que dispensa, essencialmente, a questão da normalidade quando substituída pelo equilíbrio.

Como as exigências de normalidade e perfeição se transformam em preconceitos? Quando as diferenças de alguém são avaliadas e anexadas a sua personalidade ou forma de ser e fogem de um padrão estabelecido; quando as diferenças simbolizam inferioridade, imperfeição, fragilidade, fobia, exclusão ou indiferença. Por exemplo: “tem gente que não gosta de mim porque tenho uma deficiência”, “porque sou negro”, “porque sou gay”, “porque sou gordo”, “porque sou feio”, porque somos diferentes. Estas constatações fazem parte da vida de quem é rotulado de imperfeito.

Assim nascem culturas de ódio e exclusão como racismo, homofobia, xenofobia e discriminação a pessoas com deficiência. A facilidade que essas pessoas têm de ser tratadas com grosseria, indelicadeza e indiferença é um efeito expressivo de repugnância, incentivada pelo modelo padrão exigido de perfeição humana, muitas vezes encoberto por preconceitos velados. Preconceitos estes convictos de que aquela pessoa excluída e discriminada tem algo diferente da normalidade socialmente imposta, que não deve ser mostrado nem aceito porque incomoda.

A maior barreira em vencer os preconceitos é conservar e dogmatizar a ideia de que essas pessoas carregam algum tipo de inferioridade diante dos conceitos preestabelecidos de normalidade e perfeição. Esse modelo de sociedade deturpado foi inventado pelo homem, modificado e multiplicado, violentando pessoas, destruindo vidas e destinos, como simbologias de desigualdade e exclusão. Renegando que o sentido de sobrevivência solidária está no equilíbrio provocado pelo convívio harmonioso entre as diferenças.

A inferioridade imposta pelos preconceitos apenas reforça a ideia de que perfeição e normalidade são incapazes de promover a evolução da humanidade. Sobrevivem ainda as consequências das ideologias dogmáticas que provocaram ditadura, guerra, fome, desigualdade social, concentração de renda, violência urbana e desemprego. Onde estão os efeitos de perfeição e normalidade? Temos que repensar em um novo conceito de mundo, onde o equilíbrio seja mais importante do que a busca da perfeição. Seríamos normais e perfeitos demais para admitirmos isto?

A procura da perfeição tem anulado a busca pelo equilíbrio. Nenhuma sociedade sobrevive dignamente com violência e preconceito nas palavras e ações. Já a paz sobrevive a partir do equilíbrio e respeito à diversidade humana. O respeito é superior à perfeição quando demonstra a incapacidade de gerar conflitos. Os rótulos que sustentam os preconceitos buscam uma perfeição incoerente, negam a realidade e necessidade do equilíbrio como indispensável para a harmonia humana.

Algumas pessoas com deficiência ou doença mental preferem ficar em casa a se expor em espaços públicos por medo do assédio dos preconceitos. Travestis são muitas vezes obrigados a se prostituir porque o mercado de trabalho está fechado para as suas diferenças. Uma estudante é violentada por jovens neonazistas por ser uma mulher negra. Pessoas são perseguidas, combatidas e criticadas porque lutam pela inclusão de um público socialmente excluído.

Tudo isso são exemplos da ausência de equilíbrio por exigir uma sociedade normativa. Um absurdo? Não. Uma realidade diária de quem tem uma diferença rotulada pela imposição de uma perfeição. Os preconceitos cresceram e se fortificaram tanto culturalmente que hoje fica mais difícil desconstruí-los. Que mundo melhor é esse que imaginamos? Será que existe alguma esperança de melhores pessoas e melhores dias? Estamos caminhando ao fim ou ao surgimento de uma nova humanidade? Que essas reflexões provoquem a esperança que temos de sobreviver em benefício da vida e não da perfeição.

Laboratório de Inclusão lança o Point Down Fortaleza

Point Down FortalezaO Point Down Fortaleza é um ponto de encontro de lazer para pais, amigos e pessoas com síndrome de Down. A ideia é que essas pessoas mobilizem encontros públicos em shoppings, praças, organização de passeios de bike, food trucks e demais eventos em pontos turísticos de Fortaleza.

A iniciativa do Point Down Fortaleza surgiu a partir do Laboratório de Inclusão, centro de estudos, pesquisas e desenvolvimento de projetos de inclusão social para pessoas com deficiência, da Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social (STDS). Já contamos com o apoio da Associação Fortaleza Down e estamos a procura de mais entidades e pessoas que participem e colaborem com a promoção e divulgação desses encontros.

Em breve, o Point Down Fortaleza estará com grupos no Facebook e WhatsApp para combinar e agendar os encontros que poderão acontecer semanalmente com sugestões dos próprios participantes. Os interessados podem entrar em contato através das mídias do Laboratório de Inclusão: labdeinclusao@gmail.com, 3101-2123 e 3101-4583.

Paralisia cerebral é tema de palestra ministrada na STDS

Cartaz Palestra Dani
Danielle Cardoso, estudante do curso de letras da Universidade Estadual do Ceará (UECE) e estagiária do Laboratório de Inclusão da Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social (STDS), ministra palestra sobre paralisia cerebral utilizando recursos de tecnologia assistiva. Intitulada “Pernas, para que te quero se, como uma borboleta, posso voar?”, a palestra acontecerá dia 12 de fevereiro, às 14h30, no auditório da STDS, sendo livre, gratuita e destinada a pessoas que tenham interesse na temática de inclusão de pessoas com deficiência. Para participar, basta preencher o formulário de inscrição: http://goo.gl/forms/D1bWjPefIA.

O evento tem como objetivo desmistificar crenças e preconceitos construídos pela sociedade sobre a paralisia cerebral, além de apresentar desafios e superações de uma pessoa que convive com essa deficiência. A ideia de realizar a palestra surgiu a partir da necessidade de conscientização de que as pessoas com paralisia cerebral têm inúmeras possibilidades de se superar a cada dia e que nem sempre a paralisia deixa sequelas cognitivas.

Nesta palestra, serão utilizados recursos de tecnologia assistiva, a partir do aplicativo Voz, criado por Bruno Roberto, Elton Nobre e Wendel Vasconcelos, estudantes do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE). O aplicativo facilita a comunicação e expressão de pessoas que tenham algum tipo de dificuldade na fala. Além disso, haverá apresentação de esquete e dança. “Estamos pensando tudo com muito cuidado para que o público possa absorver o máximo de conhecimento sobre o assunto e perceber que, por mais complicado que seja, o sonho da inclusão é possível”, afirma Danielle.

Sobre Danielle Cardoso

IMG_8222Danielle Cardoso é a primeira universitária cearense com paralisia cerebral a ministrar palestra com recursos de tecnologia assistiva.

Danielle Cardoso é estudante universitária do curso de letras da UECE e estagiária do Laboratório de Inclusão. Tem 22 anos e seu hobby favorito é sonhar. Acredita que sonhos movem o mundo e é muito teimosa para tentar realizar tudo que idealiza. Tem uma vida normal, gosta de sair, estudar e trabalhar.

Tristeza não ocupa muito espaço no seu coração. Decidiu ser livre, mesmo que fisicamente isso não seja muito visível. É uma garota que ama o rosa e adora borboletas.

SERVIÇO
Palestra “Pernas, para que te quero se, como uma borboleta, posso voar?”
Quando: 12 de fevereiro de 2016, às 14h30
Onde: Auditório da STDS (Rua Soriano Albuquerque, 230 – Joaquim Távora)
Inscrições: http://goo.gl/forms/D1bWjPefIA
Mais informações: (85) 3101-2123, 3101-4583 e labdeinclusao@gmail.com
Livre e gratuito

Resultado final do processo seletivo de 2015.2 para estágio universitário da STDS

O Núcleo de Estágio Universitário do Laboratório de Inclusão seleciona 20 estudantes no processo seletivo do edital de 2015.2 para estágio universitário da Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social (STDS).

Neste semestre, as vagas de estágio serão destinadas às seguintes unidades: Abrigo Desembargador Olívio Câmara (Adoc), Abrigo Tia Júlia, Casas Abrigo, Centro Educacional Aldaci Barbosa Mota, Centro Educacional Dom Bosco, Centro Educacional São Miguel, Centro de Semiliberdade Mártir Francisca, Centro Socioeducativo Canindezinho, Centro Socioeducativo Passaré, Centro de Referência Especializado da Assistência Social, Unidade de Abrigo de Idosos e Unidade de Recepção Luís Barros Montenegro.

Os estudantes classificados deverão comparecer à reunião de convocação e encaminhamento que acontecerá terça-feira, 26 de janeiro, às 9h (turno da manhã) e às 14h (turno da tarde), no Laboratório de Inclusão da STDS (Rua Soriano Albuquerque, 230 – Joaquim Távora); caso contrário, estarão sujeitos à eliminação por não comparecimento. Mais informações nos telefones 3101-2123, 3101-4583 ou no e-mail labdeinclusao@gmail.com.

Confira abaixo o resultado final da seleção:

Classificados no processo seletivo para estágio universitário de 2015.2
Classificáveis no processo seletivo para estágio universitário de 2015.2