O Laboratório de Inclusão vem a público se posicionar diante da pandemia Covid-19

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Vivemos tempos difíceis. Estamos enfrentando um perigo real e invisível, capaz de abreviar nossas vidas. Em momentos assim, nossa força, esperança e cuidado mútuo devem sempre prevalecer. Deste modo, anunciamos que, seguindo medidas decretadas pelo o Governo do Ceará, ainda nos encontramos em estado de isolamento social. Assim, nossas atividades ainda encontram-se em suspenso.

Porém, apesar de todos os transtornos, nosso trabalho e ideologia social continuam firmes e prósperas. Nossa equipe encontra-se em home office, trabalhando de casa, em constantes reuniões virtuais. Utilizamos nossas ferramentas para executar demandas possíveis, e nos preparar paras as atividades presenciais que virão. Nossa organização está sendo moldada à essa nova realidade instável e momentânea, e o nosso desempenho vem sendo regrado pelas notícias e ofícios diários.

Aos nossos candidatos no processo seletivo para estágio universitário, informamos que não temos previsão para o retorno de nossas entrevistas. Todo este processo seletivo encontra-se de sobreaviso. Pedimos que fiquem sempre atentos às nossas mídias, pois quaisquer notícias e alterações serão brevemente divulgadas.

Aos nossos trabalhadores incluídos, queremos dizer: Não se preocupem! Vocês sabem que o Laboratório de Inclusão está e sempre esteve do lado de vocês. Isso tudo é só uma fase, e logo estaremos de volta, juntos, fazendo o que sabemos fazer de melhor.

Ao nosso público, pedimos que sigam as nossas instruções. Estamos em comunicação próxima, através de nossos contatos. E a nossa maior recomendação é: Fiquem em casa! Quaisquer alterações em nossas rotinas, atividades ou demandas, entraremos em contato direto e pessoal, quando necessário. Assim como também estamos disponíveis para responder quaisquer dúvidas ou questionamentos.

Diante de tal cenário, o que mais vale é o zelo que devemos ter pelas vidas, por todas as vidas. Estamos trabalhando em casa, por nós e por vocês. Quem puder, fique em casa também. Toda nossa sociedade está enfrentando uma luta árdua, em que muitos sairão prejudicados, de diversas formas. Porém, devemos ter em mente que, neste momento, só há um ponto relevante: a vida! Seguiremos dessa forma, então. Avante em nossa luta social, com a certeza de um amanhã mais proveitoso, feliz e cheio de abraços e afetos.

Resultado da 2ª fase do processo seletivo para estágio universitário na SPS

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O Laboratório de Inclusão seleciona 105 estudantes para participar da 3ª fase do processo seletivo do edital de 001/2019 para estágio universitário na Secretaria da Proteção Social, Justiça, Cidadania, Mulheres e Direitos Humanos (SPS), que irão exercer suas atividades na sede e em unidades da SPS.

Os candidatos deverão comparecer à entrevista no Laboratório de Inclusão da SPS (Rua Soriano Albuquerque, 230 – Joaquim Távora) de acordo com dia e horário divulgados na lista abaixo; em caso de falta, os candidatos estarão sujeitos à eliminação por não comparecimento.

Mais informações nos telefones 3101-2123, 3101-4583 ou no e-mail labdeinclusao@gmail.com.

CONFIRA AQUI A LISTA DE APROVADOS DA 2ª FASE.

Resultado da 1ª fase do processo seletivo para estágio universitário na SPS

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O Laboratório de Inclusão seleciona 212 estudantes para participar da 2ª fase do processo seletivo do edital 001/2019 para estágio universitário da Secretaria da Proteção Social, Justiça, Cidadania, Mulheres e Direitos Humanos – SPS.

Os candidatos devem comparecer ao auditório da SPS (Rua Soriano Albuquerque, 230 – Joaquim Távora), nos seus respectivos dias e horários informados na lista abaixo, para participar da dinâmica de grupo e redação; caso contrário, estarão sujeitos à eliminação por não comparecimento. Os candidatos devem portar caneta esferográfica preta ou azul para realizar a prova.

Mais informações nos telefones 3101.2123, 3101.4583 ou no e-mail labdeinclusao@gmail.com.

CONFIRA AQUI OS CANDIDATOS APROVADOS PARA A 2ª FASE DO PROCESSO SELETIVO.

Abertas as inscrições para processo seletivo para estágio universitário com bolsa na SPS

Processo seletivo SPS

O Laboratório de Inclusão da Secretaria da Proteção Social, Justiça, Cidadania, Mulheres e Direitos Humanos – SPS está com 32 vagas abertas para estágio universitário com bolsa. Estudantes de Administração, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Ciências Contábeis, Direito, Enfermagem, Fisioterapia, Jornalismo, Pedagogia, Psicologia, Redes de Computadores e Serviço Social, que estiverem no mínimo com 50% dos créditos cursados e estudarem em uma das faculdades conveniadas, podem participar.

Os interessados, obedecendo o edital (publicado em Diário Oficial do Estado no dia 26/12/2019, caderno 2, página 117), devem inscrever-se pelo site da SPS (https://www.sps.ce.gov.br > SERVIÇOS > SISTEMAS > Cadastro de Currículo – Laboratório de Inclusão) e finalizar sua inscrição presencialmente no Laboratório de Inclusão, das 8h às 11h e das 13h às 16h, de segunda à sexta-feira. As vagas serão destinadas para unidades de acolhimento e vulnerabilidade social, sede, unidade de crianças e unidade de idosos. As inscrições ocorrerão até o dia 31 de janeiro, de acordo com a Portaria nº 688/2019 do Diário Oficial do Estado do dia 03/01/2020, página 17.

DISTRIBUIÇÃO DAS VAGAS:
Administração – 1 vaga
Análise e Desenvolvimento de Sistemas – 1 vaga
Ciências Contábeis – 2 vagas
Direito – 3 vagas
Enfermagem – 2 vagas
Fisioterapia – 2 vagas
Jornalismo – 1 vaga
Pedagogia – 5 vagas
Psicologia – 6 vagas
Redes de Computadores – 1 vaga
Serviço Social – 8 vagas

DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA NO ATO DA INSCRIÇÃO:
– Ficha de inscrição devidamente preenchida (no site acima)
– 1 foto 3×4 atualizada
– Histórico escolar atualizado
– RG (Cópia simples)
– CPF (Cópia simples)
– Título de eleitor (Cópia simples)
Comprovante de quitação eleitoral (Cópia simples)
– Comprovante de endereço atualizado (Cópia simples)
– Dados do cônjuge (Se for casado(a)) (Cópia simples)
– Laudo médico (Em caso de pessoa com deficiência) (Cópia simples)

SERVIÇO:
Inscrições para processo seletivo para estágio universitário com bolsa na SPS
Onde: Laboratório de Inclusão, na Rua Soriano Albuquerque, 230 – Joaquim Távora
Mais informações: (85) 3101.2123 / 3101.4583 ou labdeinclusao@gmail.com

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Vilões versus Heróis

por Márcio Vaz
palestrante, psicólogo e coach

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Hoje assisti ao filme CORINGA, indicação de uma amiga. Fui com resistência, porque não sou fã de “ficção”, mas tive uma grata surpresa, pois a trama nos traz uma reflexão muito interessante sobre – A CONSTRUÇÃO de um “VILÃO”. Até então, “nós” nos identificamos com os heróis, porém, depende aqui, de que “NÓS” eu estou falando, uma vez que me trago como referência – Homem branco de bairro nobre e relativo poder aquisitivo. O estereótipo da maioria dos mocinhos.

Inicialmente, pensei que o filme representasse a ficção do universo dos quadrinhos, mas estava enganado, pois me dei conta de que se tratava da nossa triste realidade social. A verdade de uma esmagadora maioria que vive à margem da sociedade, esquecida como um fantasma social.

Mediante reflexão, fiz analogia do filme ao falecimento de Augusto Liberato, conhecido por nós como Gugu, devido a sua vasta vida pública nos entretendo com sua programação nas tardes de domingo etc. Diante de um acontecimento trágico, presenciamos nas mídias essa semana, muitas manifestações consternadas, por termos perdido um homem talentoso, relativamente jovem (60), pai de família e com uma carreira brilhante que lhe rendeu muito destaque e uma vida abundante.

De fato, Gugu foi um grande homem, excelente profissional e muito carismático, cujo ocorrido nos comove, por se tratar de uma VIDA conhecida. Porém, diariamente perdemos inúmeros pais de famílias, com uma vida não tão glamorosa, mas que também são pessoas do bem e que deixam saudades para os que ficam. Talvez estes façam uma falta ainda mais dolorosa aos seus, pois muitas vezes são os únicos provedores de uma família pobre que habita na periferia.

As mortes são de causas variadas, mas, porém, contudo e todavia, as notícias não nos comovem tanto, porque a maioria não carrega consigo “A CAPA DO SUPER HERÓI”. Ou seja, a pele branca, os olhos claros e a carreira bem-sucedida que nos atribui status e o título de NOTORIEDADE, uma vez que só poucos são NOTADOS, enquanto a grande maioria passa DESPERCEBIDA.

O filme do Coringa, é um verdadeiro tapa na cara da sociedade. Apesar de eu ser Psicólogo e analisar o sujeito no seu aspecto biopsicossocial, vou abster-me aqui da análise do fator patológico do personagem, para concentrar-me no contexto ao qual ele estava inserido. Que envolve uma assistência social precária, uma estrutura familiar complexa, muito preconceito, baixo poder aquisitivo, descaso governamental dentre outros.

Não quero defender uma teoria absolutista de que o “homem” seja 100% fruto do meio, mas o filme mostra o poder que tal influência exerce na vida das pessoas e de certa forma nos faz repensar se existe de fato um herói e um algoz na trama do Batman versus Coringa. Ou seja, até então, conhecíamos a triste história de Bruce Wayne, um menino órfão de pais ricos, vítima da violência urbana, que na sua fase adulta decide travar uma batalha contra os seus arquirrivais do “mal”. Batman este, branco, rico, bonitão etc.

Já o Coringa conhecido por “NÓS” como vilão, no final do filme, tornou-se herói sob o olhar de uma grande maioria que se identifica com a mesma dor e humilhação, o mesmo descaso e as inúmeras batalhas do dia-a-dia. O autor do filme, nos apresenta uma nova perspectiva. Pois assim como o Batman, o Coringa também se constrói e se vinga – por se sentir MORTO em VIDA (vítima/órfão/invisível). Ele se revolta e devolve ao mundo, a violência que sempre recebeu, se fazendo percebido.

Não creio que possamos chegar a tanto, em que os meios possam vir a justificar os fins, vice-versa. Nem posso compactuar com a violência de qualquer tipo de natureza. Mas fica o alerta de que, lutar por uma sociedade mais justa e menos preconceituosa, fará grande diferença na diminuição da violência. Temos que aprender a respeitar cada vez mais as diferenças. Valorizar o humano acima do seu status, etnia, sexualidade e aparência.

Não sei qual é a reflexão e lição que cada um retira do enredo desse filme. Mas, imagino que, no mínimo, de agora em diante, muitos possam enxergar a luta do Batman e do Coringa, como um confronto entre duas VÍTIMAS. Até porque, muitos vilões um dia já foram vítimas. Muitos que erraram, um dia já quiseram acertar e se sentirem aceitos.

Por isso, vamos evitar o descaso, o preconceito e tudo mais que possa vir a restringir a vontade do outro de existir, ser visto, reconhecido e encontrar significado e propósito para sua existência. Afinal, ninguém nasce querendo SER o Coringa, apenas pode se TORNAR após alguns percalços na vida.